19 fevereiro 2013

Olá, amadinhos! Espero que o visual novo do blog agrade a todos! Finalmente consegui listar as redes sociais de um jeito organizado e bonitinho, listando todas elas: Facebook  Twitter, Google+ [ainda sem muito uso por mim] e até o Flickr pra quem tiver curiosidade de ver quem é que escreve essa bagaça. Enfim, quem quiser dar uma olhada e adicionar pode ficar a vontade. Ah, uma visitante querida chamada "Iori" tinha pedido que houvesse um link direto de postagens antigas: Pois agora tem, Iori!! Ah, agora também tem o Feed pra quem quiser ser avisado de novas postagens e pra quem não sabe mexer com Feed, como eu, dá pra você cadastrar seu email e ser avisado quando tiver novidades aqui! É só conferir ali do ladinho.
Vamos a um poema então? Espero que gostem!

Alguém melhor

Só o espaço de uma respiração
Pra quebrar a barreira escura;
Uma porta aberta
Pra atravessar,
E cruzar oceanos de almas.

Porque eu derramaria lágrimas
Se isso bastasse pra você não ser tão seco.
Espalharia meu sangue por todo o jardim,
Pra fazer brotar vida no seu coração dissimulado.
Se isso te trouxesse à luz,
Eu iria te buscar nos confins do universo
Num segundo.

E se você quisesse,
Eu te tornaria uma pessoa melhor.
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Então, era pequeno demais pra vocês? Vou deixar aqui um texto, então. Pode ser? É meio estranho, é uma prosa que, na minha opinião, não se encaixa na descrição adequada de texto, mas é como um desabafo do eu-lírico, então vocês podem julga-lo.

Cópias
Faço cópias de você.
Nem todas tão iguais, mas todas tão perfeitas. Com alguns dos seus defeitos, e mais algumas qualidades (que talvez você nem tenha).
São anjos e ainda assim maltratam. Feitos de nuvens e pecados. Cada um agindo por si; Amando e prendendo. Brigando e sofrendo. Rindo e vivendo um tempo feliz, inesgotável, de amor puro e safado. Vida eterna, que se acaba. Num triz; Num "triiiim".
São cópias de você, que levam a vida que você não tem, aqui dentro de mim. Andam por aí na minha cabeça como se fosse reais; Deuses.
E são reais demais pra mim. Eu crio, e não apago; Mas não importa, pois gosto de ver, nos meus sonhos, o sol deixando dourada a sua juba de leão. E nas lápides frias do cemitério, sob você, vejo a lua que a faz prateada e espectral.
Lindo cruel, gentil gigante, príncipe bárbaro, doce bad boy... Cópias que se espalham cada dia mais, sempre uma nova. E num giro eu volto dos sonhos, mas não das cópias, que continuam vivas.


Ah, pra fechar: modificações feitas graças à cortesia do meu amado R@D que deu altas dicas! Então, R@D: Te dedico!
Curiosidade do Post: A autora desse blog não doa sangue porque seu peso é menor que o mínimo exigido para doação feminina. Ainda assim, apoia as campanhas de doação, ok? ^.~ 

Curiosidade 2: Postagem feito ao som da música Finally found you, do Enrique Iglesias!