13 novembro 2011

Fios Negros

Fios Negros
A menos que te busque perdido
Não me encontro.
Mas te acho em mim, sofrido
Chorando, assim
Em algum ponto.

Sem seu falso amor e medo,
Rei Branco,
Não cedo;
Não verte o meu pranto
Cessa da alma o clamor
Esfria dos meus lábios o calor
Lágrimas de acalanto vão a seco.

Num murmúrio de pena, peço inspiração:
Grita algo e me faça sofrer!
Berra!
Corta meus pulsos,
Fique e me veja morrer.

Usa meu sangue como pintura de guerra,
Carrega – te de emoção.
Me dá um parecer
Que me alivie eternamente,
Que machuque e faça escrever
Sentimento e doce canção.




Bom, demorei a postar porque sinceramente tinha muito a fazer e minha energia estava totalmente voltada às áreas práticas e cotidiaas da vida, e com isso a criatividade se esgota. Mas estou providenciando material inédito e tentarei deixar o blog melhor. Espero que o poema agrade [quem gosta do Rei Branco logo vai me chamar no msn por esse poema, imagino.]
No mais, beijos e até breve!