11 setembro 2011

Rei Branco 2

      Olá a quem ainda passa por aqui. Peço desculpas pela imensa demora pra atualizar, mas estou num estágio maravilhoso e colocando alguns setores da minha vida no lugar, e isso tem me consumido. Eu iria atualizar semana que vem, mas acabei sendo impulsionada de modo involuntário pela postagem de um amigo [http://radificando.blogspot.com/2011/09/o-facebook-fede-parte-1-de-2.html].
     Já havia postado anteriormente um poema sobre o Rei Branco, então aproveitarei esse post de hoje pra colocar uma segunda parte, onde dá pra ver um pouco mais dele. Espero que gostem, e até a próxima! Beijos!


O Rei Branco, nervoso, se move pela vida
Sempre lindo e inquieto
Se agita;
Não fica quieto.

Terrível e destruidor
Surpreende;
Se alimenta de amor,
Não se rende.


Me prende a meio
Me fascina e causa horror,
Febre e temor;
Tremula meu seio.
Calor;
Amo e odeio.


O Príncipe Azul, por sua vez
Belo porte, altivez
Filosofa sobre a morte
Calmo e frio,
Rigidez.
Me conquista e conduz
Seduz
Como um rio.


Ele é doce
E se revela;
Quem dera fosse
Cera de minha vela.


E clamo pra não começar o embate
Credo sem história
Puro empate
Sem vitória.


Porque não pode haver triunfo!
Opostos
Tão parecidos, enfim;
Ambos amados
Desejados assim
Tão perto
De mim.
Os dois a postos
Cada um com seu trunfo
Seu laço santo:
Olhar pra mim
Olhar em pranto...


Batalha épica por glória e atenção
Essa honra carmesim
Doce acalanto
Que brota do coração.
E quem vencerá então?
O Príncipe Azul ou o Rei Branco?
Amor ou Paixão?